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Pedreiro suspeito de estuprar, matar e enterrar cunhada é condenado a 29 anos

Escrito por: Pesquisa Web - Polícia - 14 de Junho de 2018

Pedreiro foi condenado a 29 anos de prisão por júri popular. (Foto: Reprodução/TV Bahia)

O pedreiro Wellington da Cruz Bispo, suspeito de matar a marretadas a cunhada Arlene Costa Borges, de 21 anos, e ainda ocultar o corpo da vítima, em Juazeiro, no norte da Bahia, foi condenado na quarta-feira (13) a 29 anos e sete meses de prisão em regime fechado por júri popular. O crime ocorreu no ano de 2014. O julgamento, que durou mais de 5h, foi realizado no Fórum Conselheiro Luiz Viana.

Wellington está preso desde setembro de 2015. Na época do crime, ele chegou a confessar à polícia ter enforcado, estuprado e matado a vítima. Wellington era companheiro da irmã da vítima. O pedreiro disse, após ser preso, que Arlene tinha conhecimento sobre um amante da irmã e não teria dito nada a ele.

Nesta quarta, durante o julgamento, o suspeito negou ter cometido o estupro. O homem, no entanto, foi considerado culpado por todos os crimes -- homicídio qualificado, ocultação de cadáver e estupro. O julgamento começou, por volta das 9h, com o interrogatório do acusado. Depois, acusação e defesa tiveram um tempo para apresentar suas teses. A mãe de Arlene acompanhou o julgamento, usando uma camisa com a foto da filha, e se emocionou quando a promotoria contou detalhes do crime.

Arlene Costa Borges, de 21 anos, foi morta pelo cunhado em Juazeiro. (Foto: Divulgação/Família)

Caso
O crime ocorreu em setembro de 2014. Arlene ficou dois meses desaparecida, até a polícia chegar ao suspeito do crime e encontrar o corpo da jovem enterrado em uma casa em construção. Wellington foi preso pela primeira vez em novembro de 2014, mas foi liberado da cadeia após decisão da Justiça. Depois, quando mais uma vez teve a prisão decretada, fugiu da cidade e só foi localizado pela polícia em setembro de 2015. 
Ele estava escondido na casa de um irmão no bairro de George Américo, em Feira de Santana, a 100 km de Salvador.

O corpo de Arlene, que trabalhava como garçonete, foi encontrado enterrado no banheiro de uma residência em construção. Uma amiga da vítima disse na época que o suspeito chegou a ajudar a família nas buscas pela jovem.
A polícia disse, à época, que chegou até o suspeito após a quebra do sigilo telefônico dele. Fonte: G1*

 

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